Em resposta à resposta do Presidente do Conselho Regional do Porto da Ordem dos Advogados lembrei-lhe que: Na Ordem dos Advogados do Porto, no seu Conselho de Deontologia, há um processo disciplinar a decorrer contra certo advogado na sequência de queixa minha apresentada vai fazer 4 anos. E que esta queixa não foi a primeira que eu apresentei contra este advogado e pelo mesmo motivo. A anterior devo-a ter apresentado em 2013. Isto é demasiado tempo para nada. Que o dito advogado foi nomeado pela Ordem dos Advogados do Porto (em 2006) e assim permanece dada que o processo para o qual nomeado (aberto em 2004 ou em 2005) ainda não se encontra concluso. E não me parece que isto seja da responsabilidade do Conselho de Deontologia (ou de qualquer outra estrutura regional ou nacional da Ordem dos Advogados). Depois lembrei-lhe que embora tivesse mencionado que o assunto que entendia não ser da sua competência era da competência de outras entidades, o facto é que também não as mencionou....
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No passado dia 10 enviei a seguinte mensagem ao Presidente do Conselho Regional do Porto da Ordem dos Advogados: Estou há 15 anos aposentado compulsivamente, isto é, disciplinarmente, sem que exista a correspondente infracção disciplinar. E há um advogado que a OA me nomeou (também há 15 anos) que é cúmplice desta situação. Em fins de 2017 apresentei queixa dele à OA. Já anteriormente tinha apresentado queixa dele à OA. Esta primeira queixa não foi anterior a Outubro de 2012. É que desde esta data eu passei a andar com o auxílio de um par de canadianas e, incapaz de fazer então a queixa por escrito, dirigi-me à OA já com elas para a fazer verbalmente. Disse isto por ser pertinente pois,relativamente a esta primeira queixa, cheguei a receber uma resposta e segundo esta resposta eu não terei demonstrado vontade suficiente de me queixar do advogado em causa. Relativamente à segunda queixa que já fiz por escrito, ainda não tenho resposta nenhuma. E isto leva-me a concluir que a fa...
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"A tua publicação desrespeita os nossos Padrões da Comunidade por isso só tu a podes ver." A minha publicação é esta: A mesma publicação pela qual ganhei um castigo de 7 dias. Aliás, o castigo é de 30 dias. Por esta publicação e por mais 5 que o Facebook não identificou. Supostamente ainda estão visíveis no meu mural.
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A publicação do texto anterior no meu mural no Facebook acaba de me valer mais um castigo: 7 dias sem poder publicar ou comentar nada. E este é já o terceiro. Isto acontece quando os emails do Fauci já andam por todos os media norte-americanos. Claro que percebi que por cá continuamos com censura quando sobre estes emails o Observador outro dia publicou uma não notícia. O Observador que até tem jornalistas/colunistas que se assumem como "negacionistas". Por cá, quer dizer, em Portugal e no Facebook. Encontrei este texto no Telegram, em Noticias Rafapal. Trata-se de um canal de notícias do jornalista espanhol Rafael Palacios. Foi publicado hoje, às 15 horas e 12 minutos.
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Num fórum num portal da Bayer para doentes com esclerose múltipla - os que tomavam o Betaferon - alguém perguntou se não seria melhor passar sem medicação. Mais do que uma pergunta, foi uma sugestão que gerou alguma conversa. A ideia pareceu-me interessante. Se não fosse perturbado por nada nem ninguém, era melhor, sim, porque os efeitos adversos eram pesados. Depois foi só saber por um médico neurologista, num vídeo de um congresso de uma das associações de doentes com esclerose múltipla que o Betaferon era para prevenir surtos e de outro médico neurologista, o Dr. Cícero Coimbra, já na entrevista completa, em vídeo, que alguém divulgou no fórum, que o Betaferon não fazia nada e que até podia fazer mal. Foi assim que abandonei este medicamento. Depois, no mesmo fórum, alguém explicou como era o tratamento do Dr. Cícero Coimbra. A informação que deu não era má, embora incompleta era segura. E eu podia seguir aquelas orientações. Comecei à procura de onde comprar a vitamina D e os outro...
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Quando a ponte de Entre-os-Rios caiu, eu estava em casa com uma depressão e um atestado médico psiquiátrico. Para mim foi fácil estabelecer uma relação de causa e efeioto entre o assédio moral que me foi movido na câmara municipal Castelo de Paiva por um assassino ou cúmplice de assassinos e a depressão. Comecei a perceber que com a esclerose múltipla se passava a mesma coisa após o acidente com a enfermeira mais nova. E sobre isto fiquei mais esclarecido quando no Google agarrei uma transcrição de uma entrevista do Dr. Cícero Coimbra em que ele dizia que os surtos ou a exarcebação de sintomas na esclerose múltipla ocorria duas semanas após um trauma emocional. Ainda antes de procurar um neurologista eu tinha feito um tratamento por bio-ressonância. Uma vez a terapeuta apresentou-me uma lista de traumas identificados por datas. As datas mais recentes correspondiam à minha aposentação compulsiva e à ameaça de estrangulamento por parte do assassino seguida da instauração do processo...
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Abandonei a fisioterapia por vários motivos. Eu não me estava a sentir bem com ela. Com ela eu só ficava mais cansado. (Durante os dois anos seguintes ao diagnóstico em que eu fiz tratamento convencional, não se verificou qualquer reversão de sintomas. Pelo contrário, estes agravaram-se um pouco.) Não foi a Dr.ª Joana Guimarães que me recomendou a fisioterapia, foi a enfermeira velha, mas ela teve conhecimento que eu a fazia e não a reprovou e depois de eu a abandonar ainda me sugeriu que eu fizesse natação. A Dr.ª, pese embora me visse regularmente, não sabia mesmo como eu estava. E era em certo sentido a pessoa mais avalizada para informar sobre a minha saúde. Não sei se teve algum contacto com o médico fisiatra da clínica de fisioterapia. Este também me quis impingir um medicamento, possivelmente o mesmo, para a espasticidade. Uma vez pôs-se a explicar-me como era a esclerose múltipla, mas só me explicou o que era a esclerose múltipla remitente recorrente (que eu já não tinha)....
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Na consulta anterior tinha-lhe dito que sabia o que eram surtos, já os tinha tido e há muito não os tinha mais. Ela prontificou-se para me trocar o medicamento. Eu não me mostrei interessado. Já sabia que não havia medicamentos para mim. O novo medicamento que ela sugeriu que eu tomasse era um medicamento experimental, ainda não aprovado, mais tarde, em alguns países, foi aprovado, mas não para a fase da doença que eu já tinha. E como soube depois da boca de quem o experimentou, os seus resultados não eram nenhuns. Poucas semanas depois parei de tomar o Betaferon. Na última consulta não me falou em mais nenhum medicamento e só me agendou novos exames que depois eu não fiz. Não vi nenhum interesse em repetir exames que, segundo a Dr.ª, diziam que eu estava bem (e se não estava melhor era porque já não havia nada a fazer) quando eu não me sentia nem bem nem melhor. Exames com que a Dr.ª, na minha presença, se entretinha com as alunas, mas que a uma pergunta minha sobre os mesmos respondi...
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"O medicamento não lhe fez mal nenhum." Disse-me a Dr.ª. Fez. Enquanto o tomei, fez. Sabia-se que ia fazer. E pode ter sido responsável pelo agravamento da minha incapacidade que se verificou durante o tempo que o tomei. Segundo palavras que ouvi ao Dr. Cícero Coimbra. (Se ainda não falei nele, irei falar mais adiante.) (Isto é para não dizerem que eu que não sou médico, estou a inventar.) E enquanto o tomei, não tomei outra coisa qualquer que me poderia ter feito melhor. E é certo que a Dr.ª Joana Guimarães não me saberia prescrever nada melhor. Nem me reencaminhar para alguém que o fizesse. Alguns problemas que mencionei anteriormente eu já tinha resolvido. Com alguma ajuda de um terapeuta complementar. Para a insónia troquei o Lexotan por infusões de ervas ou por comprimidos feitos a partir das mesmas. Para a obstipação comecei a usar bicarbonato de sódio. E para a emergência urinária, uma agulha de acupunctura em um minuto resolveu-me o problema. Uma vez contei à Dr.ª q...
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O medicamento tinha efeitos adversos correntes de tipo gripal. (Efeitos adversos correntes são efeitos adversos que, pelo menos uma pessoa em cada dez, tem.) A enfermeira - já falei nela, a enfermeira mais velha - recomendou-me que, sempre que tomasse o medicamento, tomasse também um Benuron e um Nimesulida. Eu mostrei resistência a acatar a recomendação, mas ela insistiu muito. "Pelo menos tome sempre um Benuron." E eu acabei por tomar sempre os dois porque sempre me vi ameaçado pelos tais efeitos adversos de tipo gripal e uma vez até cheguei a ter 38,5 de febre. Mas o medicamento tinha outros efeitos adversos correntes. A enfermeira também me disse que eu me ia sentir pior com ele. (Não me disse que eu me podia sentir pior com ele! Disse-me que eu IA!) "Então porque é que eu o vou tomar?!" "Para não ficar pior!" A lista de efeitos adversos que eu tive é comprida. Falta de equilíbrio! (Lembram-se do que eu já disse sobre a falta de equilíbrio?) Espastici...
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Ontem telefonaram-me. Da "vacina"! Era para marcar a minha "vacinação"! A senhora que me ligou NÃO ME PERGUNTOU se eu QUERIA ou NÃO QUERIA me "vacinar". Atalhei logo: "Eu náo me vou "vacinar"". Para não parecer muito rude acrescentei: "Sou uma pessoa doente e o meu médico não me recomenda a "vacina"". Disse-me que ia tomar nota! E eu deliguei o telefone com uma "Uma boa noite para si".
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"Este senhor tem problemas psicológicos." Disse a Dr.ª Joana Guimarães para a enfermeira. Não me recomendou que consultasse um psiquiatra ou um psicólogo. Aliás, anos antes, durante alguns anos, consultei um psiquiatra e tinha dele um diagnóstico de depressão. Depressão que é, aprendi mais tarde, sintoma de esclerose múltipla. Eu tinha esclerose múltipla havia 30 anos. Todos os doentes com esclerose múltipla têm "problemas psicológicos". Os sintomas são disparados por um trauma emocional. E por trás do trauma há uma agressão. Que pode ser "só" psicológica. Eu não sabia ainda da relação entre esclerose múltipla e depressão e por isso ainda não tinha falado da minha depressão à Dr.ª Joana Guimarães. É verdade que os "problemas psicológicos" costumam ser invocados pelos médicos na falta de melhor diagnóstico. Mas isto foi dito numa conversa de corredor. Na mesma altura que me disse que eu tinha mesmo esclerose múltipla. E foi dito da mesma forma q...
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Bastava a Dr.ª Joana Guimarães ter-me dito qualquer coisa como "vai tomar este medicamento para controlar os seus surtos" e ter-me permitido que lhe perguntasse "o que são surtos" e me explicasse de seguida o que eles são e eu ter-lhe-ia dito logo que já não tinha surtos que foi o que lhe disse ano e meio mais tarde. "Eu sei o que são surtos, já os tive e já não os tenho mais." E ela entendeu muito bem o que eu disse e o que quis dizer. E prontificou-se a suspender o medicamento que me tinha prescrito.
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Meses mais tarde, a Dr.ª Joana Guimarães informou-me, sem qualquer cerimónia, num corredor do hospital, que os exames tinham confirmado que eu tinha esclerose múltipla e que ela já tinha prescrito o medicamento que eu havia de tomar. Não houve da parte dela nenhuma palavra sobre a doença diagnosticada ou sobre o medicamento prescrito. E eu também não sabia nada sobre um e outro para lhe opor fosse o que fosse. Mas isso não me impediu, logo na minha primeira consulta de neurologia, de descrever os meus sintomas ao longo de 20 anos de forma que era claro que havia anos que já náo tinha esclerose múltipla remitente recorrente, mas esclerose múltipla progressiva secundária para tratamento da qual o medicamento prescrito não era indicado. Claro que a minha primeira consulta de neurologia não foi com a Dr.ª Joana Guimarães, foi marcada com o Dr. António Vilarinho e não sei se foi feita com ele.
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Não fui eu que marquei a minha primeira consulta na clínica de neuro-cirurgia, mas foi melhor que a clínica fosse de neuro-cirurgia do que de ortopedia e eles aceitaram fazer uma primeira consulta de neurologia que era o que eu precisava. Não tenho nada a dizer da minha primeira consulta de neurologia. De mal, subentenda-se. Quem me atendeu foi bastante neutro, não se deteve em nada surpéfluo e, no fim, mandou-me fazer o exame certo. A segunda já fui eu e foi a consequência da primeira. Era suposto voltar lá com o exame. Pelo menos não me foi dito para não voltar lá ou para levar o exame a outro lado. Ora, para levar o exame a outro lado foi o que me foi dito na segunda consulta, sendo o outro lado o médico de família a quem eu nunca fui, e sem me explicarem porque é que eu tinha ainda que ir a um clínico geral - dois anos tinham ido a um clínico geral e ele achou que eu era hipocondríaco - já que a doença era neurológica e eu devia fazer mais exames num hospital. Se era para ir a outr...
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A minha primeira consulta com a Dr.ª Joana Guimarães foi na clínica de neuro-cirurgia do Dr. Rui Vaz. Foi a minha terceira consulta de neurologia nesta clínica. "Já percebeu que esta é uma clínica de neuro-cirurgia, não de neurologia?!" Disse-me isto com extrema severidade. E a consulta foi isto. No fim, marcou-me a consulta seguinte no Hospital de S. João. A consulta seguinte não foi bem uma consulta, foi mais um exame. Punção lombar, chama-se o exame. Tudo pronto para a punção e atira-me um "Dispa-se!" Em silêncio olhei para ela. Não me disse nada. A enfermeira, ao seu lado, diz-me: "Não precisa despir-se todo, basta descobrir as costas". Se tivesse sido só isto não o estava agora aqui a contar.
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Ainda não apresentei queixa da Dr.ª Joana Guimarães e do Dr. Joaquim Pinheiro. Foram estes os dois médicos neurologistas que me agrediram. Eu prefiro dizer "agressão" em vez de "assédio moral". Assédio moral é terrorismo psicológico. É agressão psicológica. "Ainda"! Talvez ainda apresente. Para já ficam aqui os nomes dos dois. Hei-de falar mais deles. Conheci a Dr.ª Joana Guimarães na clínica de neuro-cirurgia do Dr. Rui Vaz e depois no Hospital de São João, no Porto, e o Dr. Joaquim Pinheiro, no Hospital Santos Silva, em Vila Nova de Gaia. Ao Dr. José Manuel Lopes Lima eu não fiz queixa dos seus colegas. Ao Dr. José Manuel Lopes Lima eu expliquei porque é que não estava a ser acompanhado. E eu acho grave a agressão de que fui alvo por parte dos seus colegas. Por ter sido uma agressão continuada. Por a agressão da Dr.ª Joana Guimarães ter sido uma agressão continuada. Por a agressão do Dr. Joaquim Pinheiro ter sido outra agressão continuada. Por a agressão...
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Entro no Facebook e deparo-me com esta notificação: " Removemos conteúdos do grupo Fosfoetanolamina Sintética - Alternativas porque... " Clico em cima e sou encaminhado para a seguinte mensagem. Tem um título: " Qualidade do grupo ". E um corpo: " Queremos ajudar-te a manter o teu grupo em segurança. A Qualidade do grupo avisa-te caso os conteúdos do teu grupo desrespeitem as políticas do Facebook, o que fizemos em relação a esses conteúdos e o que podes fazer. " Não sei que "conteúdos" removeram. O Facebook está assim. .
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A "comprovação científica" não me faz falta nenhuma. O dinheiro está-me a fazer alguma falta para me tratar e curar. Nem é o que parece ser. Tanta coisa que há com comprovação científica e que, no entanto, não tem a "comprovação científica" deles. É algo muito específico. Uma burocracia. Quando até há comprovação científica, uma redundância. Supérflua. Não ética, Supérflua, não interessa ao negócio. Mas é não ética. É com base nesta "comprovação científica" que se recusa tratar e curar. Por vezes até há a tal "comprovação científica" deles e eles dizem que não há (ou não tem) "comprovação científica". Percebi que os melhores tratamentos não têm "comprovação científica". Os melhores de todos não são sequer "científicos". "Comprovação científica" é uma grosseria. É negação de tratamento e cura. O medicamento que eu tomei tinha "comprovação científica". Mas não para Esclerose Múltipla Progressiva Se...