Bastava a Dr.ª Joana Guimarães ter-me dito qualquer coisa como "vai tomar este medicamento para controlar os seus surtos" e ter-me permitido que lhe perguntasse "o que são surtos" e me explicasse de seguida o que eles são e eu ter-lhe-ia dito logo que já não tinha surtos que foi o que lhe disse ano e meio mais tarde. "Eu sei o que são surtos, já os tive e já não os tenho mais." E ela entendeu muito bem o que eu disse e o que quis dizer. E prontificou-se a suspender o medicamento que me tinha prescrito.
A "comprovação científica" não me faz falta nenhuma. O dinheiro está-me a fazer alguma falta para me tratar e curar. Nem é o que parece ser. Tanta coisa que há com comprovação científica e que, no entanto, não tem a "comprovação científica" deles. É algo muito específico. Uma burocracia. Quando até há comprovação científica, uma redundância. Supérflua. Não ética, Supérflua, não interessa ao negócio. Mas é não ética. É com base nesta "comprovação científica" que se recusa tratar e curar. Por vezes até há a tal "comprovação científica" deles e eles dizem que não há (ou não tem) "comprovação científica". Percebi que os melhores tratamentos não têm "comprovação científica". Os melhores de todos não são sequer "científicos". "Comprovação científica" é uma grosseria. É negação de tratamento e cura. O medicamento que eu tomei tinha "comprovação científica". Mas não para Esclerose Múltipla Progressiva Se...
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