Ontem telefonaram-me. Da "vacina"! Era para marcar a minha "vacinação"! A senhora que me ligou NÃO ME PERGUNTOU se eu QUERIA ou NÃO QUERIA me "vacinar". Atalhei logo: "Eu náo me vou "vacinar"". Para não parecer muito rude acrescentei: "Sou uma pessoa doente e o meu médico não me recomenda a "vacina"". Disse-me que ia tomar nota! E eu deliguei o telefone com uma "Uma boa noite para si".
A "comprovação científica" não me faz falta nenhuma. O dinheiro está-me a fazer alguma falta para me tratar e curar. Nem é o que parece ser. Tanta coisa que há com comprovação científica e que, no entanto, não tem a "comprovação científica" deles. É algo muito específico. Uma burocracia. Quando até há comprovação científica, uma redundância. Supérflua. Não ética, Supérflua, não interessa ao negócio. Mas é não ética. É com base nesta "comprovação científica" que se recusa tratar e curar. Por vezes até há a tal "comprovação científica" deles e eles dizem que não há (ou não tem) "comprovação científica". Percebi que os melhores tratamentos não têm "comprovação científica". Os melhores de todos não são sequer "científicos". "Comprovação científica" é uma grosseria. É negação de tratamento e cura. O medicamento que eu tomei tinha "comprovação científica". Mas não para Esclerose Múltipla Progressiva Se...
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