Quando a ponte de Entre-os-Rios caiu, eu estava em casa com uma depressão e um atestado médico psiquiátrico. Para mim foi fácil estabelecer uma relação de causa e efeioto entre o assédio moral que me foi movido na câmara municipal Castelo de Paiva por um assassino ou cúmplice de assassinos e a depressão. Comecei a perceber que com a esclerose múltipla se passava a mesma coisa após o acidente com a enfermeira mais nova. E sobre isto fiquei mais esclarecido quando no Google agarrei uma transcrição de uma entrevista do Dr. Cícero Coimbra em que ele dizia que os surtos ou a exarcebação de sintomas na esclerose múltipla ocorria duas semanas após um trauma emocional. Ainda antes de procurar um neurologista eu tinha feito um tratamento por bio-ressonância. Uma vez a terapeuta apresentou-me uma lista de traumas identificados por datas. As datas mais recentes correspondiam à minha aposentação compulsiva e à ameaça de estrangulamento por parte do assassino seguida da instauração do processo disciplinar baseado em denúncia caluniosa do mesmo. Claramente foi após a minha aposentação que comecei a sentir a minha perna esquerda a falhar com assiduidade. Claramente também, antes da minha primeira consulta de neurologia, eu tinha ficado pior e isso também me é fácil associar ao contacto mantido anteriormente com duas senhoras na sequência do que me senti fortemente violentado. Quando o Dr. António Vilarinho me atirou com aquele "Então só agora vem ao médico!", ao esboçar uma resposta para lhe dar, lembrei-me do clínico geral que 2 anos antes tinha consultado e do que tinha acontecido na sequência dessa consulta. (Já contei, não já?) Pois somente 2 anos antes tinha ido ao médico e o médico achou que eu era hipocondríaco. De facto, no seu consultório, não me viu a andar mal, como, 2 anos depois, quem me fez a minha primeira consulta de neurologia me viu. E entretanto também consultei uma terapeuta com quem fiz bio-ressonância. (Fez-me bem. A bio-ressonância pode fazer parte da cura da esclerose múltipla. Eu só não continuei o tratamento. E hoje não o faço porque não tenho dinheiro para o fazer.) Esta minha ida à bio-ressonância pode ter sido o motivo da exclamação do Dr. António Vilarinho. Mas como ele soube dela? Eu não lhe contei nada. Não contei nada a quem me atendeu na consulta anterior. Contei a uma das senhoras que mencionei atrás. Uma delas era médica. Era viúva de um médico neuro-cirurgião. E o nosso contacto, sem sombra de dúvida, foi escutado pela polícia.
A "comprovação científica" não me faz falta nenhuma. O dinheiro está-me a fazer alguma falta para me tratar e curar. Nem é o que parece ser. Tanta coisa que há com comprovação científica e que, no entanto, não tem a "comprovação científica" deles. É algo muito específico. Uma burocracia. Quando até há comprovação científica, uma redundância. Supérflua. Não ética, Supérflua, não interessa ao negócio. Mas é não ética. É com base nesta "comprovação científica" que se recusa tratar e curar. Por vezes até há a tal "comprovação científica" deles e eles dizem que não há (ou não tem) "comprovação científica". Percebi que os melhores tratamentos não têm "comprovação científica". Os melhores de todos não são sequer "científicos". "Comprovação científica" é uma grosseria. É negação de tratamento e cura. O medicamento que eu tomei tinha "comprovação científica". Mas não para Esclerose Múltipla Progressiva Se...
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