Mensagens

Bastava a Dr.ª Joana Guimarães ter-me dito qualquer coisa como "vai tomar este medicamento para controlar os seus surtos" e ter-me permitido que lhe perguntasse "o que são surtos" e me explicasse de seguida o que eles são e eu ter-lhe-ia dito logo que já não tinha surtos que foi o que lhe disse ano e meio mais tarde. "Eu sei o que são surtos, já os tive e já não os tenho mais." E ela entendeu muito bem o que eu disse e o que quis dizer. E prontificou-se a suspender o medicamento que me tinha prescrito. 
Meses mais tarde, a Dr.ª Joana Guimarães informou-me, sem qualquer cerimónia, num corredor do hospital, que os exames tinham confirmado que eu tinha esclerose múltipla e que ela já tinha prescrito o medicamento que eu havia de tomar. Não houve da parte dela nenhuma palavra sobre a doença diagnosticada ou sobre o medicamento prescrito. E eu também não sabia nada sobre um e outro para lhe opor fosse o que fosse. Mas isso não me impediu, logo na minha primeira consulta de neurologia, de descrever os meus sintomas ao longo de 20 anos de forma que era claro que havia anos que já náo tinha esclerose múltipla remitente recorrente, mas esclerose múltipla progressiva secundária para tratamento da qual o medicamento prescrito não era indicado. Claro que a minha primeira consulta de neurologia não foi com a Dr.ª Joana Guimarães, foi marcada com o Dr. António Vilarinho e não sei se foi feita com ele. 
Não fui eu que marquei a minha primeira consulta na clínica de neuro-cirurgia, mas foi melhor que a clínica fosse de neuro-cirurgia do que de ortopedia e eles aceitaram fazer uma primeira consulta de neurologia que era o que eu precisava. Não tenho nada a dizer da minha primeira consulta de neurologia. De mal, subentenda-se. Quem me atendeu foi bastante neutro, não se deteve em nada surpéfluo e, no fim, mandou-me fazer o exame certo. A segunda já fui eu e foi a consequência da primeira. Era suposto voltar lá com o exame. Pelo menos não me foi dito para não voltar lá ou para levar o exame a outro lado. Ora, para levar o exame a outro lado foi o que me foi dito na segunda consulta, sendo o outro lado o médico de família a quem eu nunca fui, e sem me explicarem porque é que eu tinha ainda que ir a um clínico geral - dois anos tinham ido a um clínico geral e ele achou que eu era hipocondríaco - já que a doença era neurológica e eu devia fazer mais exames num hospital. Se era para ir a outr...
A minha primeira consulta com a Dr.ª Joana Guimarães foi na clínica de neuro-cirurgia do Dr. Rui Vaz. Foi a minha terceira consulta de neurologia nesta clínica. "Já percebeu que esta é uma clínica de neuro-cirurgia, não de neurologia?!" Disse-me isto com extrema severidade. E a consulta foi isto. No fim, marcou-me a consulta seguinte no Hospital de S. João. A consulta seguinte não foi bem uma consulta, foi mais um exame. Punção lombar, chama-se o exame. Tudo pronto para a punção e atira-me um "Dispa-se!" Em silêncio olhei para ela. Não me disse nada. A enfermeira, ao seu lado, diz-me: "Não precisa despir-se todo, basta descobrir as costas". Se tivesse sido só isto não o estava agora aqui a contar.
Ainda não apresentei queixa da Dr.ª Joana Guimarães e do Dr. Joaquim Pinheiro. Foram estes os dois médicos neurologistas que me agrediram. Eu prefiro dizer "agressão" em vez de "assédio moral". Assédio moral é terrorismo psicológico. É agressão psicológica. "Ainda"! Talvez ainda apresente. Para já ficam aqui os nomes dos dois. Hei-de falar mais deles. Conheci a Dr.ª Joana Guimarães na clínica de neuro-cirurgia do Dr. Rui Vaz e depois no Hospital de São João, no Porto, e o Dr. Joaquim Pinheiro, no Hospital Santos Silva, em Vila Nova de Gaia. Ao Dr. José Manuel Lopes Lima eu não fiz queixa dos seus colegas. Ao Dr. José Manuel Lopes Lima eu expliquei porque é que não estava a ser acompanhado. E eu acho grave a agressão de que fui alvo por parte dos seus colegas. Por ter sido uma agressão continuada. Por a agressão da Dr.ª Joana Guimarães ter sido uma agressão continuada. Por a agressão do Dr. Joaquim Pinheiro ter sido outra agressão continuada. Por a agressão...
Entro no Facebook e deparo-me com esta notificação: " Removemos conteúdos do grupo Fosfoetanolamina Sintética - Alternativas porque... " Clico em cima e sou encaminhado para a seguinte mensagem. Tem um título: " Qualidade do grupo ". E um corpo:  " Queremos ajudar-te a manter o teu grupo em segurança. A Qualidade do grupo avisa-te caso os conteúdos do teu grupo desrespeitem as políticas do Facebook, o que fizemos em relação a esses conteúdos e o que podes fazer. " Não sei que "conteúdos" removeram. O Facebook está assim. .
A "comprovação científica" não me faz falta nenhuma. O dinheiro está-me a fazer alguma falta para me tratar e curar. Nem é o que parece ser. Tanta coisa que há com comprovação científica e que, no entanto, não tem a "comprovação científica" deles. É algo muito específico. Uma burocracia. Quando até há comprovação científica, uma redundância. Supérflua. Não ética, Supérflua, não interessa ao negócio. Mas é não ética.  É com base nesta "comprovação científica" que se recusa tratar e curar. Por vezes até há a tal "comprovação científica" deles e eles dizem que não há (ou não tem) "comprovação científica". Percebi que os melhores tratamentos não têm "comprovação científica". Os melhores de todos não são sequer "científicos". "Comprovação científica" é uma grosseria. É negação de tratamento e cura. O medicamento que eu tomei tinha "comprovação científica". Mas não para Esclerose Múltipla Progressiva Se...